Sessenta dias. Esse é o tempo equivalente à suspensão imposta pelo STJD ao técnico Márcio Bittencourt. O motivo foi a cabeçada que Bittencourt, na época técnico do Santa Cruz, deu no árbitro Patrício de Souza, durante o Campeonato Pernambucano deste ano. O ato indisciplinar rendeu ao treinador, além de muita polêmica, duas rodadas fora do banco de reservas do Náutico. Contra o São Paulo, será a estreia oficial dele na área técnica alvirrubra.
"Apesar de já ter sido auxiliar técnico (quando começou a carreira no Corinthians), me sinto um peixe fora d'água quando estou longe do campo. Ao lado dos jogadores é mais fácil de orientar e até cobrar", afirmou o comandante alvirrubro.
Durante os jogos em que esteve suspenso, o irmão e auxiliar técnico de Márcio, Nenê Bittencourt, ocupou a vaga do treinador à beira do gramado. No entanto, a parceria entre os irmãos não rendeu bons resultados, uma vez que o time sofreu duas derrotas, para o Atlético-MG e o Coritiba.
O duelo contra os paranaenses, inclusive, não rende boas recordações a Bittencourt. Há apenas duas rodadas no clube, o treinador foi o principal alvo das reclamações da torcida. Para o treinador, a atuação da equipe na última rodada pode ser dividida em antes e depois do pênalti perdido por Gilmar.
"Acho que a equipe foi bem no primeiro tempo, ao menos cumpriram o que pedi. Já no segundo tempo e, principalmente, após a perda do pênalti, a zaga começou a falhar, os jogadores se perderam e não conseguiram reagir", comentou o técnico.
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